Para mim o sucesso de uma instituição de educação passa muito pela qualificação de seus profissionais e quando falo em qualificação não falo de que graduação o professor possui, se tem mestrado, doutorado ou PMI... não, não estou falando disso mas estou falando de sua história de ensino, sua metodologia didática e quando estudei no Cefet isso era o diferencial, em toda a coordenação de estradas tinha profissionais de muitos anos de chão e aliado a isso o curso aliava a teoria a prática.
A grade curricular do curso de transportes era assim uma coisa fantástica, que levava ao aluno a aprofundar em todos os sistemas de transporte rodoviário, ferroviário, aquaviário dutoviário e aéreo e aliado a isso tínhamos muitas visitas técnicas onde podemos ver a prática daquilo que aprendemos em sala de aula, e tudo isso principalmente graças ao professor prata que corria atrás dessas visitas, nunca nem antes e nem depois de fazer este curso tive a oportunidade de ver um profissional do sistema de educação tão engajado em um projeto que beneficiava diretamente no aprendizado de seus estudantes.
Eu sentia a grande maioria da turma em sintonia com as matérias pois eles viam a movimentação do professor prata e seu interesse pelo nosso aprendizado, é isso que falta nas faculdades de hoje, não foi poucos os professores que tive na faculdade que chegava em sala e começava a ler islides e a falar e a falar sem interesse algum em saber se o efeito da mensagem que ele passava realmente acontecia, a impressão que tenho as vezes é que a grande maioria desses profissionais nem preparam as aulas, apenas copiam de semestres anteriores o conteúdo, pois além de dar aula no período noturno ainda exercem outra atividade durante o dia.
Tendo então experimentado essas duas filosofias de ensino, é que elogio o sistema de ensino que tive em meu curso técnico no Cefet, um dos motivos da excelência de ensino que tive é que tive aula com profissionais de carreira e que realmente trabalham no ramo.
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