segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A VIDA COMO ELA REALMENTE É


Ao longo destes meus 10 curtos anos de vida profissional ja passei por inumeras empresas e setores públicos e em todos eles tive que conviver com pessoas expúrias, sem moral e cárater que o tempo todo tenta se aproveitar de algo ou alguém para se promover e se dar bem. Por isso deixei vários empregos ao longo desses anos por não compactuar com a realidade desses locais de trabalho e com as pessoas. Já passei por tudo nesses poucos anos; de humilhação de chefes soberbos a fofocas de funcionários.

Quando trabalhei de fiscal de loja, eu via colegas inventando situações sobre outros, pois a cada ocorrência que registravam ganhavam pontos para promção a líder de loja e isso dava margem para invencionicíes e a fatos factóides.

Em meu último trabalho temporário, tive o desprazer de conhecer uma senhora de nome Bernardete, que adorava demonstrar autoridade sobre as pessoas terceirizadas e cargos operacionais. Eis que depois que tirei um dia de licença médica para consultar de um problema nas vistas essa senhora começou a me “pegar para cristo” ficava o tempo todo me obervando e até inventava situaçõespara poder me chamar a atenção, um dia estava tomando café antes de começar o expediente pela manhã, como sempre fiz e todos faziam, ela para poder exercer seu poder, chegou a beira da janela da sala onde estávamos e perguntou: -Onde está o Anderson? Respondi: -Estou aqui tomando meu café matinal. Ela para se impor, respondeu aos berros para que todos meus colegas ouvissem: - Isso não é hora de tomar café, sua obrigação é vir tomado café de casa! Depois desse episódia, já no dia seguinte pedi demissão, fiquei o dia abatido e me sentindo inferiorizado e humilhado, pois ela havia feito aquilo apenas para me sacanear.

Na Prefeitura de Ibirité cheguei a ser agredido por um superior de nome Cristiano, que me encheu de ponta-pés só porque não fiz uma ordem dele na hora que ele queria, aliás, era um grande problema que eu tinha, eram muitos superiores dando ordem e trabalho, típico do serviço público brasileiro. O Grande número de cargos comissionados gera conflitos de ordens.

Em muitos lugares que trabalhei tive que fazer muita “vista grossa” para muitas situações e as vezes por não querer participar de situações que eu julgava não ser éticas, eu era perseguido no setor.

Sempre e em todo lugar nesse país chamado Brasil, tem alguém querendo te passar a perna e se voce não é esperto acaba “dançando”.

Prefiro ser “peão” a vida inteira do que ser promovido as custas de mentiras, invenções, fofocas mal intencionadas a colegas de trabalho.

Em todo local que trabalho, sempre trabalho no silêncio e esperando que um dia encontrar um lugar onde eu possa demonstrar o meu talento profissional.

Até que isso aconteça, sigo decepcionado com a vida e com as pessoas a minha volta que sempre me pregam pessas e querem ver a minha caveira.

Fico sempre feliz quando vejo os raros exemplos de conquistas por méritos próprios em Ambientes de trabalhio nesse país!

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