quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Discursão ética - Parte I

Sejas na Mitologia Hebraica/Judia ou seja na mitologia Grega ou romana em qualquer sociedade medieval ouve atos de rebeldia contra o sistema politico social e religioso da época, sempre teve aqueles que em busca de satisfação própria romperam com os valores da comunidade da época.

Já na chamada era moderna ser rebelde começou a ganhar status e propagação pela mídia apartir dos movimentos punk, rock e pop-rock.

Uso de drogas, sexo casual e relacionamento entre iguais eram alguma das bandeiras desses movimentos.

A luta da sociedade em todo mundo nessa época deixou de ser um movimento politico contra as muitas ditaduras e sistemas governamentais corruptos da época e passou a estabelecer também contra qualquer lei repressiva e contra valores religiosos.

No Brasil temos por exemplo protestos pela legalização da maconha, paradas gay, leis para aprovação de casamento entre iguais, estatuto do adolescente e diversos outros tipos de movimentos liberalistas e até movimentos anti-religiosos. Aqui no meu bairro por exemplo tem bandas de congado que batem tambores a noite toda, casas de shows com sons perturbadores, carros de som pelas ruas tocando funk em alturas ensurdecedoras, pagodes ao vivo em bares e tudo isso por toda a madrugada, mas igrejas são proibidas de fazer vigílias ou cultos após as 22:00hs, em um ato claro de perseguição religiosa.

Bom, quero abordar esse tema no momento para levar uma reflexão pois os jovens brasileiros são tão pró-ativos para ações que combatem valores impostos por seus pais, que se esquecem das coisas que realmente são importante para suas vidas. Hoje nossa juventude não quer saber de estudar, cola na cara dura, não frequente a igreja, banaliza a sexualidade, não se politiza e cria conceitos sem buscar informações, estabelece valores em cima de minorias e ações inóspitas.

Precisamos refletir sobre o que esperamos de nosso futuro imediatamente e deixar de se preocupar apenas com presente, não cuidar da coletividade é um erro, achar que estamos no paraíso e ignorar as mazelas desse país gera um comodismo social muito grande.

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