Em 1992 comecei meu histórico de pró-atividade em participações em movimentos sociais e politico-popularers, com apenas 10 anos de idade, naquele ano meu tio ficou sabendo pela atual sogra dele a éoca que estava sendo invadido por sem casa um terreno abamndonado da prefeitura na rua g no bairro santa cecilia, foi uma briga pois a CDI (centro de Desenvolvimento Industrial do Vale do jatoba) reivindicava as terras como sendo deles e para ver essa questão e legalizar os lotes para os seus novos moradores, iniciamos nossa participação, lembrando que a invasão do terreno foi de uma noite para o dia, meu tio levantou rapidamente as paredes com terra e cimento e tijolo, e como ele a época trabalhava quem ficou por conta de manter e demarcar o terreno foi meu avô e eu que ficavamos no local de moradia para que ninguem pudesse tomar nossa area demarcada, ele (meu tio) ia ao local apenas durante o dia e ficava la poucas horas e com o passar do tempo fomos cosntruindo e eu e meus avós passamos a morar no local, porem havia ainda a questão da legalização para permanecimento, foi aí que entrei na história, pois houveram inumeras reuniões na associação do bairro entre os sem teto e os interessados no local, participei de todas as reuniões, mesmo eu sendo criança, todos achavam interessante minha participação, pois muitas pessoas que demarcaram terreno no local não iam as reuniões, e comigo ali eu fazia numero, era importante para o movimento demonstrar para o poder pubico que ali tinha pais de familia com necessidades, que tinha mulheres e crianças no local e eu era uma dessas crianças e foi uma época onde o movimento popular estava com força e por isso o numero de pessoas era importante e por isso ao fazer numero ali, mesmo não tendo direito de opinar eu estava ali, e me sentia satisfeito pois em 03 vezes os lideres do movimento foram até a casa da minha avó me chamar e pedir a autorização dela para me levar com eles ao gabinete do prefeitura para as reuniões, foi um auge para mim naquela época que também fui muito participativo e atuante em todos os movimentos da paróquia São Dimas que era onde eu participava religiosamente à época.
Em 1994 com a separação do meu tio, e fugindo dos problemas pessoais dele, ele tomou posse do terreno e o vendeu, e convenceu meus avós da venda alegando mudança para perto da minha tia nice, que nunca foi beneficio para nós morar perto dela; fomos então para o Bairro Aguia Dourada em Ibitité, nessa época o local possuia poucos moradores, ainda estava em expansão e se tratava também de outra area de ocupação irregular, só que desta vez o local não possuia infra-estrutura alguma, era uma gambiarra enorme para se puxar agua e nergia que era dividia e paga por mais de 20 pessoas ao mesmo tempo e mais uma vez la fui eu participar do crescimento e urbanização do bairro, o presidente da associação senhor Pedro que morava na mesma rua que a gente era muito atuante, fazia abaixos assinados constantes e marcava muitas reuniões com a prefeitura e a presidente da associação do bairro vizinho até então chamado vila bananal morava perto e fazia com que as associações tivessem boa comunicação, participei de inumeras reuniões, conheci lideres locais muito importantes como o senhor Amarildo que foi o primeiro presidente da associação do Aguia Dourada a obter êxito, em sua época chegou agua e energia elétrica a todas as ruas do Bairro Aguia Dourada, mas ouve também outras lideranças fortes como o Senhor Claudio que conseguiu o asfalto para algumas ruas e o onibus para o Bairro e foram muitas e muitas reuniões, na associação, na prefeitura, na assembleia legislativa no gabinete do deputado Diniz Pinheiro, fui muito atuante, participei, ajudei a organizar varias vezes as eleições para diretoria da associação, isso não foi só eu, houveram varias pessoas que trabalharam pelo bairro como o senhor pedro, o senhor firmino e todos eles não tiveram reconhecimento algum por parte da população que hoje mora ali e hoje usuflui de ônibus, comércio, asfalto, agua e energia elétrica que em minha época não tinha nada, mas para mim foi muito fantastico poder ser util para o bairro, as amizades que fiz em toda rua adutora e estrada do barrerinho, e é um lugar que me sinto bem até hoje em frequentar, rever os amigos, mas fui severamente obrigado a sair de lá, mas isso é uma outra história que vou narrar em outro tópico. Alem de Participar atuamente na associação do bairro em 1998 a diretora da escola Cônego Sequeira onde eu estudava o ensino fundamental resolveu criar um Grêmio Estudantil, e eu fui o primeiro a me empolgar, ela levou o Geraldo conhecido como batata e o china, todos dois integrantes do partido PSTU que existe até os dias de hoje, montamos o primeiro Grêmio da escola e a chapa foi unica um mistão com mais de 20 pessoas, foi ótimo, participamos de eleições da UMES-BH, fomos a protestos em Brasilia, fizemos varios movimentos na escola, mas com o passar do tempo o geraldo deixou tudo nas mãos dos estudantes da escola e aos poucos a empolgação de muitos foi se acabando, então tomei a liderança do Grêmio, passei a ter a iniciativa propia, procurava ajuda na UMES, organizava a galera para participar dos prortestos pelo passe livre estudantil, fiz o estatuto do Grêmio, ajudei a montar Grêmios em Outras escolas da região, organizava torneios, reuniões. tinha um trabalho arduo em conseguir colegas de escola para participar do grêmio pois com o passar do tempo os colegas queriam apenas diversão, muitos iam nas reuniões do grêmio estudantil apenas para matar aula e não conseguir melhorias para escola, que alias conseguimos muitas, depois tive ajuda da juventude do PT, a então representante da area Jovem do partido me ajudou, participamos de um evento no clube da sudecap no barreiro onde levamos um ônibus lotado de duas escolas que eu liderava os Grêmios, foi lá que conheci pela primeira vez o senhor Fernando Pimentel de perto que mais tarde viria a se tornar prefeito de bh, na época ele era simpatico, mas depois que se tornou prefeito e ganhou influencia esqueceu de bases como a nossa, mudei de escola quando fui para p segundo grau em 2002 e la tambem criei um Grêmio estudantil e ajudei a organizar as eleições, depois entrei para a escola técnica onde também entrei para o Grêmio estudantil e também fui membro da diretoria e ouve-se muitos protestos pois o estatuto do Cefet não ouve ou da abertura a participação dos estudantes em seu conselho diretor que toma atos obscuros e anti-democraticos relativos a beneficios aos estudantes e foi uma participação também maravilhosa que pude ter.
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